"Um preconceito
comum a toda sociedade é a ideia de que os padrões de comportamento adotados
correspondem a leis naturais." —Aldo Pereira.
É comum que muitas pessoas homossexuais não se
sintam à vontade para revelar a sua sexualidade no trabalho, de modo a evitar
possíveis atos discriminatórios gerados pela homofobia, discriminação, inapropriação de profissões para os
homossexuais, estereótipos negativos e estigmas sociais, além de tentar
preservar o seu espaço no local de trabalho.
Será mesmo a opção sexual do indivíduo que difere o
profissional que ele é? Seria ele um bom ou péssimo profissional a depender de
sua opção sexual? Creio que o indivíduo como um todo e ainda mais como
profissional deve ser acima de tudo avaliado sim, perante as suas habilidades
dentre as funções cuja qual executa e não quanto a opção que escolheu. Seria
realmente justo julgar uma pessoa antes mesmo de ver o seu empenho em realizar
um determinado trabalho, apenas julgando a escolha sexual que ela fez?
O homossexual no ambiente de trabalho, acima de
tudo é mais um profissional que está desempenhando sua função, pois se trata de
alguém capacitado para isso, e como tal merece os mesmos direitos quanto às
relações trabalhistas. Recentemente, o TST (Tribunal Superior do Trabalho) reconheceu
em um acordo coletivo que funcionários que detém relações homossexuais devem
ter os mesmo direitos que qualquer cidadão teria, o que pode ser considerado
uma grande vitória e um passo adiante rumo a uma sociedade mais consciente.
Segue abaixo um vídeo sobre a noticia:
A homossexualidade e as relações de trabalho.