sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A homossexualidade e as relações de trabalho.

"Um preconceito comum a toda sociedade é a ideia de que os padrões de comportamento adotados correspondem a leis naturais." —Aldo Pereira.

É comum que muitas pessoas homossexuais não se sintam à vontade para revelar a sua sexualidade no trabalho, de modo a evitar possíveis atos discriminatórios gerados pela homofobia, discriminação, inapropriação de profissões para os homossexuais, estereótipos negativos e estigmas sociais, além de tentar preservar o seu espaço no local de trabalho.
Será mesmo a opção sexual do indivíduo que difere o profissional que ele é? Seria ele um bom ou péssimo profissional a depender de sua opção sexual? Creio que o indivíduo como um todo e ainda mais como profissional deve ser acima de tudo avaliado sim, perante as suas habilidades dentre as funções cuja qual executa e não quanto a opção que escolheu. Seria realmente justo julgar uma pessoa antes mesmo de ver o seu empenho em realizar um determinado trabalho, apenas julgando a escolha sexual que ela fez?

O homossexual no ambiente de trabalho, acima de tudo é mais um profissional que está desempenhando sua função, pois se trata de alguém capacitado para isso, e como tal merece os mesmos direitos quanto às relações trabalhistas. Recentemente, o TST (Tribunal Superior do Trabalho) reconheceu em um acordo coletivo que funcionários que detém relações homossexuais devem ter os mesmo direitos que qualquer cidadão teria, o que pode ser considerado uma grande vitória e um passo adiante rumo a uma sociedade mais consciente.

Segue abaixo um vídeo sobre a noticia:

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