quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Apesar dos avanços, a temática sobre o relacionamento com aqueles do mesmo sexo continua polêmica. Em plena era tecnológica, onde nos habituamos com as tecnologias e revoluções científicas cada vez mais surpreendentes, ainda vivemos em uma sociedade regada de preconceito em diversos aspectos, mas durante esse pequeno texto, nos atemos às relações de pessoas do mesmo sexo.

Ainda que mais tolerantes com assuntos ligados à homossexualidade, pois podemos ver a presença dessa tolerância – acredito que ainda pequena - nas novelas onde o tema é exaustivamente discutido com suas caricaturas e estereótipos, a sociedade tem muito a evoluir quanto ao assunto. Conquistamos direitos e leis para as relações homoafetivas, principalmente na área de sucessão e previdenciária, mas ainda temos jornais e noticiários onde assassinatos e violência contra pessoas que escolhem viver diferente dos padrões sociais, habitualmente vistos nos comerciais de margarina, ainda são altos. Mas será que sempre foi assim?

Voltemos até a antiguidade, onde a ritualização das relações entre pessoas do mesmo sexo eram comuns em civilizações romanas, egípcias, gregas e assírias. Muitos dos grandes nomes daquela época como políticos, filósofos, soldados e poetas, entre eles Platão, Aristóteles, Sócrates, Aristófanes e Alexandre o Grande, defenderam através de seus textos estas relações tão habituais. Mas, a história deu espaço ao Cristianismo, momento onde a ignorância foi jogada à sociedade e a visão dos relacionamentos homossexuais foi drasticamente alterada. 

Sendo assim, ainda que nos acostumemos em ver relações homoafetivas serem exploradas por telenovelas ou que sejamos espectadores das conquistas destas escolhas, não nos deixemos enganar sobre os índic

es ainda altos de preconceitos e intolerância. Podemos exemplificar você, leitor desse texto, e que conhece alguém, dentro do seu eixo familiar, que escolheu ter uma relação homoafetiva. Talvez isso seja aceito com tranquilidade. Mas dentro desse mesmo eixo, você também conhece ao menos uma vítima de preconceito. E então, evoluímos até quanto? continuaremos a evoluír ou iremos retroagir, dentro deste tema e aspecto, como a antiguidade e idade média? eis a questão. 

Segue abaixo um link de uma charge sobre este tema, onde é possível notar como um representante do poder público pode disseminar o preconceito não só entre pais e filhos, mas entre todos os elos que ligam a sociedade.

0 comentários:

Postar um comentário